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Bitcoin em alta – No mês de março, as criptomoedas apresentaram valorização, com destaque para o bitcoin, que registrou alta de 20%. No primeiro trimestre do ano, o bitcoin acumulou ganhos de 70%, o que contribuiu para a sua crescente busca como investimento.
Com isso, as criptomoedas assumiram a posição anteriormente ocupada pelos fundos de índices, que tiveram desempenho negativo no período, especialmente o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira.
O que é uma criptomoeda
Uma criptomoeda é um tipo de moeda digital que emprega a criptografia para assegurar a segurança de suas transações e monitorar a criação de novas unidades.
Ao contrário das moedas tradicionais, as criptomoedas são descentralizadas, ou seja, não possuem um ente centralizador, como um banco central, para controlar suas transações.
Em vez disso, elas utilizam a tecnologia blockchain para registrar todas as transações realizadas e garantir a confiabilidade e segurança da rede. Dentre as criptomoedas mais populares, destacam-se o Bitcoin, Ethereum, Litecoin e Ripple, entre outras.
Bitcoin é a criptomoeda mais famosa
O Bitcoin é a primeira e mais conhecida criptomoeda do mundo, criada em 2009 por uma pessoa ou grupo de pessoas sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto.
Ele funciona como uma moeda digital descentralizada, sem a necessidade de uma instituição financeira centralizadora.
As transações são registradas em uma rede blockchain, que garante a segurança e a integridade das transações, sem a necessidade de intermediários.
A moeda é aceita por algumas empresas como forma de pagamento e é negociada em várias corretoras ao redor do mundo. Seu preço é altamente volátil e é determinado pela oferta e demanda do mercado.
Ativos mais procurados
Embora as criptomoedas tenham ganhado espaço entre os ativos mais procurados, a lista continua sendo dominada por ativos de renda fixa, especialmente após a manutenção da taxa básica de juros pelo Copom.
Os CDBs e o Tesouro Direto ocupam as primeiras posições, seguidos por LCI e LCA, fundos de ações, LC e RDB, fundos multimercados, ações, fundos imobiliários, debêntures e, por último, as criptomoedas.
Isso ocorre porque um cenário de juros altos e incertezas sobre o futuro pode prejudicar os ativos de renda variável.
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