Consórcio para cirurgia plástica é opção para quem sonha com transformação

O consórcio para cirurgia plástica surgiu como uma alternativa para quem sonha em fazer um procedimento deste tipo, cujo valor costuma ser bastante alto.

Por meio de um consórcio, o consumidor pode, com parcelas menores, ter acesso ao valor necessário para o procedimento cirúrgico.

E o melhor: sem juros e sem risco de perda do valor de compra do investimento!

Como funciona o consórcio de cirurgia plástica?

Trata-se de um produto financeiro muito semelhante ao consórcio de imóveis, mas voltado aos procedimentos plásticos.

Neste caso, você paga uma parcela mensal de sua carta de crédito e participa de sorteios.

Ao ser contemplado, tem acesso ao valor total correspondente à carta de crédito. Com ele, pode realizar a cirurgia plástica. Porém, deve continuar pagando as mensalidades até o final do contrato.

Além dos sorteios de contemplação, caso você tenha pressa e dinheiro para antecipar parcelas, pode fazer um lance. Funciona como uma espécie de leilão.

O consórcio para cirurgia plástica entra na categoria de “consórcio de serviços”. Neste caso, é o consumidor que escolhe com qual serviço utilizará o valor acumulado.

Por fim, a administradora do consórcio paga o valor do procedimento diretamente para o responsável pela prestação de serviço. Neste caso, o hospital, médico ou clínica de cirurgia plástica.

Dentre as vantagens de um consórcio para a realização da cirurgia plástica estão:

  • Produto não possui juros;
  • Possibilidade de contemplação logo nos primeiros meses, sem necessitar aguardar todo o período do contrato para somente então ter acesso à cirurgia;
  • Ajuste dos valores pelo IPCA, com a manutenção do valor de compra;
  • Possibilidade de desistência e recuperação do valor investido.

Qual o valor de um consórcio de cirurgia plástica?

O valor muda conforme o consórcio. De modo geral, varia entre R$ 15 e R$ 35 mil.

Por exemplo, consórcio para cirurgia plástica Sicoob permite cartas de até R$ 32 mil.

Antes de contratar um consórcio, é importante que o interessado se informe quanto ao valor do procedimento que deseja realizar. Desse modo, poderá escolher uma opção que cubra o preço.

Em caso contrário, quando a carta de consórcio não cobre todo o valor da cirurgia, o consumidor precisará tirar o restante do próprio bolso.

Como fazer consórcio para cirurgia plástica?

Para isso, busque um banco que ofereça este tipo de produto. Ou seja, o consórcio de produto. Então, faça uma simulação para o consórcio de cirurgia plástica.

Desse modo, você poderá saber as condições oferecidas pela instituição. Depois, compare-os com os termos postos por outros bancos.

Ao decidir por um banco, entre em contato com ele. Cada um tem seus próprios procedimentos e regras. Siga as instruções e, por fim, assine o contrato de consórcio e comece a pagar as mensalidades.

Qual banco tem consórcio para cirurgia plástica?

Diversas instituições financeiras que atuam no Brasil trabalham com este tipo de produto financeiro.

Um bom exemplo é o consórcio para cirurgia plástica Sicredi. Ele, que não se limita aos procedimentos – pois se volta a serviços gerais – possui planos de até 36 meses.

Esse é o mesmo prazo do consórcio para cirurgia plástica do Sicoob. De acordo com a instituição, é possível obter cartas de crédito com valores entre R$ 7,5 mil e R$ 32 mil.

O Banco do Brasil também oferece o produto, embora não revele mais detalhes.

Por outro lado, não há opção de consórcio para cirurgia plástica no Santander ou Itaú, que limitam seus consórcios à compra de veículos e imóveis.

Simulação de consórcio para cirurgia plástica

Para obter maiores informações sobre cada uma destas opções de consórcios de serviços, que permitem uso para fins de realização de cirurgia plástica, é necessário simular as condições.

Para isso, entre em contato com as instituições financeiras. No caso do consórcio para cirurgia plástica Sicoob, a simulação ocorre no aplicativo.

Por outro lado, é possível fazer a simulação de consórcio para cirurgia plástica Sicredi na página do produto financeiro. Basta acessá-la e clicar em “Simular agora”.

Quais as cirurgias plásticas mais comuns?

No Brasil, a cirurgia plástica por consórcio ou outros meios de pagamento é bastante comum.

De acordo com Alexandre Munhoz, cirurgião plástico do Hospital Sírio-Libanês, em entrevista ao G1:

“No Brasil temos um cenário que é centrado na cirurgia corporal. Somos um país tropical, há uma maior exposição do corpo. A procura das pacientes por cirurgias corporais como mama, abdômen, cintura é bem alta”.

Apesar disso, na mesma entrevista Munhoz ressaltou que houve aumento no número de procedimentos no rosto, como rinoplastias (cirurgias no nariz) e liftings.

De acordo com o cirurgião, isso é um reflexo de dois fatores:

  • Selfies (fotos do rosto), comumente utilizadas em redes sociais diversas;
  • Chamadas por vídeo, cujo uso aumentou consideravelmente a partir de 2020, ano de início da pandemia de Covid-19.

Não por acaso, em 2020 o Brasil foi o segundo país que mais realizou cirurgias plásticas. Naquele ano, o país perdeu apenas para os Estados Unidos.

Tal feito foi possível devido à alta procura da população por cirurgias de lipoaspiração, aumento de mama, nas pálpebras, no abdômen e rinoplastias, procedimentos mais comuns no Brasil.

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