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Uma ação policial de grande impacto na última semana, foi desencadeada pela Polícia Federal, culminando na detenção em flagrante de um gerente bancário supostamente envolvido em atividades criminosas de clonagem de cartões e esquemas fraudulentos contra aposentados.
De acordo com as autoridades, o indivíduo exercia suas funções em uma agência do banco Santander, localizada na região da Penha, zona Norte do Rio de Janeiro. As informações são do site Uol.
A ação ganhou destaque pela gravidade dos crimes imputados ao indivíduo, que, segundo as autoridades, aproveitava sua posição no banco para perpetrar as práticas ilegais.
Clonagem de cartões de aposentados
As investigações revelaram que o gerente bancário, cujo nome não foi divulgado oficialmente, operava um perigoso esquema de clonagem de cartões destinados a aposentados.
Acredita-se que ele tenha confeccionado ilegalmente, mensalmente, entre 30 a 50 cartões magnéticos.
Esses cartões, mais tarde, eram repassados a uma quadrilha especializada em golpes contra a Previdência Social.
As investigações revelaram que o esquema já estava em andamento há algum tempo, mas o período exato de sua duração ainda não foi informado pelas autoridades.
Ganhava R$ 2 mil por cartão clonado
Conforme os dados apurados, o gerente obtinha lucros de até R$ 2 mil por cada cartão clonado, totalizando cerca de R$ 120 mil em movimentações somente no último mês de julho.
Os cartões fraudados eram utilizados pela quadrilha para efetuar saques dos benefícios mensais dos aposentados, causando prejuízos significativos às vítimas.
A prisão ocorreu no próprio local de trabalho do acusado, após a identificação e denúncia das atividades ilegais pelo Setor de Inteligência e Investigação de Segurança Corporativa do Santander.
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A instituição bancária ressaltou, em nota oficial, que possui sistemas altamente eficazes para detectar qualquer tipo de desvio de conduta e garantir a proteção financeira de seus clientes.
O gerente detido confessou os crimes após a prisão e enfrentará acusações de associação criminosa e estelionato previdenciário.
Caso seja condenado, poderá ficar detido por até 13 anos, conforme a Polícia Federal. Até o momento, o nome do suspeito não foi divulgado pelas autoridades.