Pix offline 2023? Banco Central promete novidades (transporte, pedágio e mais)

Pix offline – O Banco Central do Brasil comunicou ontem (4) em seu Relatório de Gestão, que ações estão sendo desenvolvidas para expansão do PIX, seu sistema de pagamentos instantâneos.

A medida visa ampliar a funcionalidade da forma de pagamento, tornando-a mais versátil para facilitar transações em diferentes setores, além de criar alternativas ao cartão de crédito em um cenário de mudanças no sistema financeiro.

Pix offline e a inclusão em diversos setores

Uma das possibilidades nesse contexto é a inclusão do Pix em setores como pedágios, estacionamentos e transporte público.

Com isso, brasileiros poderiam efetuar pagamentos de forma instantânea e conveniente em suas atividades diárias, eliminando, portanto, a necessidade de dinheiro em espécie ou cartões tradicionais.

Para o futuro, a autarquia mencionou a possibilidade de empregar tecnologia que viabilize o pagamento via Pix, mesmo quando a pessoa não possuir conexão à internet. Seria a viabilização do Pix offline.

Isso simplificaria, por exemplo, as próprias transações mencionadas antes (em pedágios de estradas e no sistema de transporte público).

Além disso, o Banco Central planeja estender o uso do Pix a operações internacionais.

Isso inclui a possibilidade de utilização do Pix para remessas, pagamentos entre empresas e compras no exterior, simplificando ainda mais as transações financeiras em nível global.

Modalidade vai tomar espaço do cartão de crédito?

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicou que a modalidade de pagamento pode tornar-se uma alternativa ao tradicional cartão de crédito, principalmente em um cenário de reformas no sistema de crédito.

Entre essas reformas estão o fim do rotativo do cartão e a redução das taxas de juros para parcelamento de saldos devedores.

Tais coisas tornariam o Pix uma opção atraente e econômica para os consumidores.

Parcelamento e concessão de crédito com Pix

Campos Neto também destacou que o BC está considerando estabelecer regras que permitam pagamentos parcelados com o Pix.

A ação reduziria consideravelmente o risco de inadimplência para os recebedores, ao mesmo tempo que ofereceria mais flexibilidade aos pagadores.

O relatório de gestão ainda revela, que o setor financeiro já está trabalhando em soluções que vinculem a concessão de crédito pessoal ao Pix.

Além disso, permitir que os pagamentos realizados pela modalidade sejam integrados à fatura do cartão de crédito.

O Banco Central, segundo informa, monitora de perto essas soluções e, eventualmente, pode criar um produto único ou estabelecer regras mínimas para que as instituições financeiras sigam, promovendo ainda mais a expansão do Pix e a modernização do sistema financeiro brasileiro.

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